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Adobe lança preview do Flash Player de 64-bit para IE9, Linux e Mac

A Adobe lançou uma nova compilação do Flash Player de 64-bit (Square), ainda em desenvolvimento. O lançamento foi simultâneo para Windows, Linux e Mac.

O dia foi bem escolhido: o dia do beta do IE9. Segundo a Adobe essa versão do Flash Player tem suporte aos recursos de aceleração gráfica do IE9. O desempenho dele comparado às versões antigas de 32-bit é cerca de 35% melhor. É um grande salto, apesar de se considerar a diferença de 32 para 64-bit.

No Linux não foram divulgados números, mas segundo o anúncio oficial também há saltos de desempenho interessantes.

download já pode ser feito. O Flash é o principal plugin ainda necessário nos navegadores. A versão de 64-bit é essencial ao se considerar a mudança para a plataforma, já que sistemas de 64-bit estão cada vez mais populares – especialmente pelo aumento na quantidade de memória RAM.

Retirado do site Guia do Hardware.

Configura o tutorial de como instalar o adobe flash player 64 na distribuição Linux que você usa.

Chrome beta para Linux e Mac foi publicado hoje

Chrome beta para Linux e Mac foi publicado hoje

Texto escrito por Marcos Elias Picão para o Guia do Hardware, postado aqui sem nenhuma alteração.

Chrome beta para Linux e Mac foi publicado hoje
Compilações em desenvolvimento do Chrome para Linux e Mac já existiam há um bom tempo, mas ainda eram bastante instáveis. Hoje foi liberado o tão aguardado beta para Linux e Mac, indicando um amadurecimento e tanto no projeto. Para Windows existe desde o começo (02/09/2008). O navegador foi pulando rapidamente de versão, de forma que a 4 está em desenvolvimento atualmente. Apesar disso ele ainda não tem tantos recursos como navegadores já bem estabelecidos, como Firefox, Opera e o atrasado IE. Suporte a extensões deve aparecer na versão 4 final, aí quem sabe muita gente que usa o Firefox exclusivamente por causa de um complemento passe a ver o Chrome com outros olhos.

Enfim, demorou mas saiu. Ao acessar o www.google.com/chrome usando um navegador no Linux ou Mac é exibida a versão correspondente:

chrome

chrome2

chrome3

Para Linux o Google empacotou nos dois formatos de pacotes mais usados, .deb (Debian, Ubuntu e derivados) e .rpm (Fedora, OpenSUSE, etc). Nos Macs é necessário ter o Mac OS X Leopard ou Snow Leopard, apenas em plataforma Intel.

Pessoalmente tenho usado o Chrome desde o dia em que saiu o primeiro beta para Windows, me dei bem com o visual simples e gostei da velocidade. Velocidade essa que é um ponto forte dele, o isolamento de abas em processos independentes também – apesar de consumir mais memória do que os browsers que usam um processo único para todos os sites abertos. Para aqueles que reclamam do Iceweasel, Seamonkey ou mesmo dos consagrados Firefox e Opera (há gostos para tudo…), é sempre bom ter uma outra grande alternativa de navegador no Linux.

A repercussão foi tanta que entrou para os TT do Twitter (Trending Topics):

http://twitter.com/#search?q=Chrome

Agradecimentos ao Júlio pelo teste rápido e algumas imagens de tela :)

Wi-Fi 802.11ac poderá chegar a 1 Gbps em 2012

Texto por  Marcos Elias Picão para o Guia do Hardware.net

Depois de ratificar o padrão 802.11n, o grupo IEEE começou a trabalhar nas especificações de uma versão mais rápida para transmissão de dados sem fio, o Wi-Fi 802.11ac. Em um futuro não tão distante as redes sem fio domésticas podem evoluir bastante, caso os planos sejam alcançados. Esse padrão deverá usar canais de 80 MHz ou até mesmo 160 MHz, oferecendo bem mais largura de banda do que atualmente. Junto com outras otimizações como um aumento de 10% na eficiência da modulação, a velocidade teórica do 802.11ac é esperada para ficar em torno de 1 Gbps, mais de 3 vezes os 300 Mbps do 802.11n atual.

A tecnologia está em processo de estudo desde novembro, onde os rascunhos são discutidos; sendo assim as especificações e metas podem ser alteradas. Espera-se que o novo padrão seja utilizável ainda em estado de desenvolvimento em 2011, mas só deve ser concluído no final de 2012.

Enquanto o novo padrão não fica pronto, eles trabalham em melhorias para o 802.11n também, usando múltiplos fluxos de dados MIMO (multiple in, multiple out). O 802.11n poderá pular dos 300 Mbps teóricos atuais em dois streams para 450 Mbps com três streams, ou 600 Mbps com quatro. Alguns chipsets atuais, como o 5300 da Intel, já suportam três streams, bastariam se conectar a dispositivos compatíveis. Dispositivos da Apple como o AirPort Extreme Base Station e ponto de acesso Time Capsule também começam a suportar, apesar de não haver anúncio oficial da Apple. Essas iniciativas dão um impulso ao desenvolvimento dos padrões intermediários mais rápidos, para “tapar o buraco” enquanto o 802.11n não fica pronto.

Via Electronista e ArsTechnica.